“A Neurociência à Serviço da Aprendizagem: aprendendo a aprender”
Autor/Fonte: Waldília Neiva de Moura Santos Cordeiro*
Todos podem aprender, desde que se organize, vitalize o seu corpo e encontre a sua maneira própria de aprender. A ativação dos sentidos na exploração do mundo dos objetos de estudos, favorecem à apreensão do que se encontra no nosso entorno.
Os estudos sobre inteligência e performance cerebral têm descoberto contribuições no sentido de ampliar o potencial de aprendizagem.
A carga genética é importante, mas não é o fator exclusivo. Independente disso, sabe-se que a memória pode ser expandida e treinada. O fundamental é estimular o cérebro adequadamente, ao adotar uma dieta regrada e balanceada, dormir uma quantidade saudável de horas por noite, praticar atividades físicas regulares, estudar e estimular o raciocínio com exercícios mentais. Evitar o estresse também é importante!
O estímulo cerebral deve ser iniciado o mais cedo possível, pois ele contribuirá para a melhor formação e o melhor aproveitamento das funções cognitivas. Os estudos têm comprovado que o cérebro de uma criança se desenvolve a uma velocidade impressionante nos primeiros anos de vida, criando oportunidades únicas para o aprendizado. Daí a importância de atividades manuais, exploradoras e experimentais nessa fase de vida. No entanto, estimular a mente é essencial em qualquer idade. Aprende- -se sempre.
É importante, também, que o professor aplique metodologias que privilegiem o prazer em aprender. O que aprendemos com prazer, utilizando principalmente o lado direito do cérebro, tem efeito duradouro. Deve-se também aplicar exercícios que desenvolvam a atenção, memória e concentração, que são favoráveis à aprendizagem.
Pratique essas ideias e acompanhe os resultados!
*Licenciatura Plena em Letras. Mestrado em Educação / Ensino. Membro da Sociedade Brasileira de Neurociência.